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Defesa de ex-subsecretário do DF diz que prisão é ilegal. Nova vaquinha foi criada

Nota afirma que Eduardo Hage foi acusado sem provas de ser o articulador de suposta compra fraudulenta de testes para a Covid-19 no DF

Adefesa do ex-subsecretário de Vigilância à Saúde do DF preso pela 2ª vez no âmbito da Operação Falso NegativoEduardo Hage, divulgou uma nota, nesta quarta-feira (30/9), na qual disse que a prisão preventiva é “ilegal e arbitrária”.

O documento destacou que “organizações da sociedade civil, parlamentares da bancada da Bahia [estado onde Hage nasceu, se formou e atuou na saúde pública] na Câmara Federal, pesquisadores, amigos e familiares declararam apoio incondicional ao médico sanitarista e pesquisador”.

A nota assinalou que o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) acusou Hage “sem provas, de ser o articulador de suposta compra fraudulenta de testes para a Covid-19”.

“O encarceramento de Eduardo Hage Carmo, em clara violência estatal contra o direito fundamental à liberdade, choca a comunidade da área de saúde e o ambiente universitário onde sempre atuou, e vem provocando, como é natural, seguidas manifestações de indignação e solidariedade, de entidades e personalidades, todas elas destacando a sólida e respeitável trajetória desse médico epidemiologista, ao longo de mais de 30 anos de firme atuação em prol da saúde pública em nosso país”, frisou trecho do documento.

Confira, na íntegra, a nota:

 

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